segunda-feira, 30 de março de 2009

Lá no Cruzeiro das Almas...

"Lá no Cruzeiro das Almas aonde as almas vão rezar... As Almas choram de alegria quando os filhos se combinam; também choram de tristeza 
quando  não quer combinar... As Almas dão, as Almas dá, as Almas dá “pra” quem sabe aproveitar.  As Almas dão, as Almas dá, as Almas dá
 mas também sabem tirar."  

 
 
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Algumas pessoas de outras doutrinas se equivocam quanto dizem que a Umbanda é politeísta - crença em vários deuses. Confundem a umbanda com os cultos afro-brasileiros, que tem em seu panteão a adoração dos vários Orixás como Deuses.

Embora tenhamos também a influencia africana, a Umbanda é monoteísta,
acredita num Deus ùnico, seja Zambi, Olurum, Deus, Jeová, o Grande Arquiteto,
não importa o nome, mas tem como Um só Criador...

A Umbanda, desde seu surgimento, é uma doutrina sincrética, ecumênica,
universalista e includente. Tem o espiritismo como um dos seus pilares. Estuda
Kardec, recomenda o pentateuco da codificação, mas não impõe doutrina a ninguém.

Como a Umbanda é uma religião mediúnica de inclusão, cada vez mais cresce
e se solidifica, em conformidade com a mudança e evolução consciencial da
coletividade, encarnada e desencarnada, que cada vez mais a compreende, assim
como ela constantemente se modifica se inserindo nas comunidades que se faz
presente.

A sua diversidade faz com que a Umbanda tenha uma marcada convergência
doutrinária, não sectária e includente, que reflete um estado de consciência
 
que temos que alcançar.

Somos e seremos eternamente "impuros" de doutrina - sem codificação- , se isto significar
 
exclusão de um único rito, religião, seita ou doutrina praticada por um outro
irmão em cristo.

A essência da umbanda é a inclusão que nos educa a convivermos fraternalmente com as diferenças.

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